Associados Casos de Sucesso 4sub14 50 02-01-2004 11:34:05 128691245 sim Miguel Barros Cartageno Para este Jovem Empresário Agrícola de São Mamede Ribatua, Alijó, o início da actividade na agricultura deu-se muito cedo, uma vez que os pais sempre tiveram contacto com a viticultura. Por este facto, desenvolveu uma empatia com a cultura da vinha de tal maneira forte, que em 1996 o levou a frequentar o curso de Jovens Agricultores promovido pela AJAP, com o objectivo de se instalar como Jovem Empresário Agrícola.
O início da actividade na agricultura deu-se muito cedo, uma vez que os pais sempre tiveram contacto com a viticultura. Por este facto desenvolveu uma empatia com a cultura da vinha de tal maneira forte, que em 1996 o levou a frequentar o curso de Jovens Agricultores promovido pela AJAP, com o objectivo de se instalar como Jovem Empresário Agrícola.
Em 1999 elaborou um projecto de investimento, onde constava o arrendamento da exploração (vinha e olival) do pai, feitura de um depósito de água (20 000 L), aquisição de um prédio rústico (3 ha), aquisição de máquinas agrícolas (tractor), alfaias e construção de casa de habitação do jovem agricultor. Após a data de aprovação do projecto foi deitar mãos à obra e começar a realizar o investimento a que se tinha proposto, coisa que ás vezes não acontece.
Após a construção do depósito de água, com capacidade para 20 000 L, o próprio agricultor montou uma rede de distribuição, conseguindo deste modo levar a água a todos os pontos da exploração, permitindo-lhe a melhoria da eficácia na realização dos tratamentos fitossanitários, diminuindo os tempos mortos, oriundos do enchimento do pulverizador.
A aquisição de máquinas e alfaias permitiu a realização mecânica da maior parte dos amanhos culturais, inerente à cultura da vinha, aumentando desta forma a rentabilidade da exploração. No prédio rústico adquirido, procedeu-se à instalação de vinha, com o objectivo de aumentar a capacidade de produção.
Durante a execução do projecto, Miguel Barros Cartageno procurou sempre estar a par do que o rodeava, tendo para isso visitado enumeras explorações durienses e frequentado acções de formação na área da viticultura. A sua produção vai na sua totalidade para uma empresa exportadora, a qual ajuda na monitorização da exploração ao longo de todo o ano. Desde 1999 que está sob a alçada da protecção integrada passando em 2002 para um patamar superior, a produção integrada. Actualmente, a área em produção é de 25 ha, tendo ainda 3 ha em fase de enxertia (2 – 3 anos). No que respeita à mão-de-obra, necessita apenas de ter ao longo do ano de forma permanente duas pessoas.
A sua exploração é frequentemente visitada em acções de formação, como sendo um exemplo do que deve ser um projecto sério, e acima de tudo um projecto sustentado na confiança de que, só depois do trabalho é que poderá vir o sucesso. “ É nisto que eu acredito, é isto que eu transmito”.
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